domingo, agosto 02, 2020

Há artes gráficas que nos causam um íntimo e total arrebatamento já em um primeiro contato. Entendemos instantaneamente aquele vocabulário ...

Há artes gráficas que nos causam um íntimo e total arrebatamento já em um primeiro contato. Entendemos instantaneamente aquele vocabulário imagético e somos atraídos pelas suas agradáveis sensações. Formas ou desenhos aprazíveis são comuns: em menos de uma hora de navegação, esbarramos em vários. São ilustrações e páginas de quadrinhos que enchem os olhos, sejam estes minuciosamente elaborados ou exibindo soluções visuais apenas bem resolvidas e sem maiores malabarismos técnicos. Sempre há o que se agradar e apreciar nas publicações impressas e nas telas e monitores que acessamos diariamente. Porém, algumas artes agradam mais que outras...
[DIVULGAÇÃO] Betty e Verônica.

sábado, agosto 01, 2020

[Esse post é parte de uma série sobre o (meu) processo de fazer quadrinhos.] [Parte I aqui] [ Parte II aqui ] Dando andamento às publicaçõe...

[Esse post é parte de uma série sobre o (meu) processo de fazer quadrinhos.] [Parte I aqui] [Parte II aqui]

Dando andamento às publicações sobre como faço quadrinhos, resolvi que em vez de texto, usarei um pequeno registro em vídeo de meu processo desde o início. O vídeo é rápido e está com uma edição bem simples, do mesmo jeito que faz um resumo e acrescenta um pouco ao assunto.


A máxima que nos diz que "se temos sorte no jogo, teremos azar no amor" foi parte da concepção dos primeiros quadrinhos do Daniel...

A máxima que nos diz que "se temos sorte no jogo, teremos azar no amor" foi parte da concepção dos primeiros quadrinhos do Daniel. Sem foco na coerência, eu fazia experimentações de escritas automáticas pouco premeditadas e descriteriosas, nas quais se via os diálogos confusos entre Daniel e Jéssica (a sua guia espiritual) e, quase sempre, com a participação do Anjo. Tudo em torno de um misticismo bastante "esquisotérico", propositalmente sem um foco narrativo mais nítido e de difícil compreensão a um leitor desavisado.
O Anjo era marcação cerrada.

quarta-feira, julho 15, 2020

Qualquer um com conhecimento trivial sobre desenho pode fazer quadrinhos. Um traço rebuscado não é uma imposição essencial quando falamos...

Qualquer um com conhecimento trivial sobre desenho pode fazer quadrinhos. Um traço rebuscado não é uma imposição essencial quando falamos de narrativa gráfica. As histórias em quadrinhos resultam de inúmeros recursos que não só o de um traço impecável. Páginas detalhadas e com toda sorte de elementos sensoriais marcantes nem sempre são imprescindíveis, é possível ao artista encontrar por si os próprios métodos de expressão. Ainda assim, a Arte precisa alimentar-se de técnica, seja qual o estilo.
Livros de referência para desenhar figuras humanas.

sábado, julho 04, 2020

Ignorando o poder financeiro de um autor, assim como o seu networking e o público que já alcança, vamos supor que ele queira lançar um proj...

Ignorando o poder financeiro de um autor, assim como o seu networking e o público que já alcança, vamos supor que ele queira lançar um projeto independente no qual acredite. Fora dos meios de incentivo à cultura e dos patrocínios, publicar-se tem custos. Mas, caso a possibilidade possa ser considerada e é a vontade do autor, chegamos a um dos grandes momento de sua vida. Autopublicar-se no suporte impresso extrai algum suor e também lágrimas de quem for empreender. Porém, há como fazer com que os orçamentos sejam mais enxutos e o trabalho figure um aprendizado a se levar como bagagem para o resto da vida.

Como já fiz isso duas vezes, aprendi algo sobre o qual posso falar um pouco. Foram vitórias, mesmo tendo me lançado nessas aventuras aos trancos e barrancos. Para não exceder minhas finanças, decidi que faria eu mesmo o máximo possível do exigido em uma publicação: trataria todo o volume de capa à contracapa. Desse jeito, minhas publicações foram quase que 100% resultantes de meus próprios esforços. Paguei apenas pelas revisões textuais. Ter que custear diagramador e designer não seria barato.
Prisma Negro - Minha primeira HQ impressa.